Princesa Branca de Neve e os sete anões


Era uma vez, uma rainha de um reino distante que bordava sentada perto de uma janela, e admirava a neve que caia,tão deslumbrada com o que via ficou que se distraiu e furou seu dedo com a agulha deixando três gotas de sangue na neve que caira no mural da janela,nesse momento a rainha pensou... Pudesse eu ter uma menina branquinha como a neve, corada como sangue e com os cabelos negros como ébano.


Algum tempo depois o desejo da rainha foi atendido ,e ela teve uma linda menina ,branca como a neve, corada como sangue e com os cabelos tão negros como ébano,e por isso a rainha decidiu de dar o nome de Branca de Neve a princesinha.

mas assim que a menina nasceu, a rainha morreu,passou-se algum tempo, e o Rei resolveu se casar denovo, a sua esposa era muito linda, mais era também muito vaidosa e invejosa.No seu aniversário o Rei fez uma festa, e chamou várias pessoas, A linda Rainha, ganhou de um feiticeiro um espelho mágico

A vaidosa Rainha se olhava todo dia nele e perguntava,
Espelho,espelho meu me diga se há no mundo mais alguém tão linda como eu?
E o espelho respondia, fique descansada minha rainha ,não existe ninguém tão bela quanto vossa magestade.


O tempo passou e branca de neve cresceu, se tornou uma linda jovem.

Quando a rainha fazia denovo a pergunta ao espelho, ele respondeu:
ó minha rainha, agora existe no reino uma jovem mais bela que vossa magestade.

A rainha irritada perguntou:
E quem é essa jovem?
O espelho respondeu:sua enteada branca de neve.
A invejosa rainha ficou com tanta raiva que ordenou a seus guardas que levasse branca de neve para a floresta e a matasse, e lhe troxesse o seu coração como prova de que ela havia morrido.

e assim os guardas fizeram , levaram branca de neve,mais chegando lá o guarda que teria que matar a jovem ficou com pena de faze-lo, e deixou a jovem na floresta sózinha e matou um passarinho ,tirou seu coração e levando para a rainha como se fosse o coração de branca de neve.

começou a escurecer e branca de neve procurou um abrigo,andando ela encontrou uma casa pequenina,mais tão pequena que ela teve que se abaixar para entrar,Olhou em volta e ficou admirada:
havia uma mesinha posta com minúsculos sete pratinhos, sete copinhos, sete colherezinhas e sete garfinhos. No cômodo superior estavam alinhadas sete caminhas, com cobertas muito brancas.



Branca de Neve estava com fome e sede.
Experimentou, então uma colher da sopa de cada pratinho, tomou um gole do vinho de cada copinho e deitou-se em cada caminha, até encontrar a mais confortável. Nela se ajeitou e dormiu profundamente.

Os donos da casa voltaram tarde da noite; eram sete anões que trabalhavam numa mina de diamantes, dentro das montanhas

logo que chegaram viram que alguem havia tomado um pouco de sopa de seus pratos e bebido também da água, acharam estranho, e subiram lá em cima viram as cobertas das camas mexidas e para surpresa deles na última cama encontraram a jovem que dormia profundamente,
-Como é linda, disseram em coro,e deve estar cansada, então eles se acomodaram num sofá e decidiram não incomodar branca de neve.


Na manhã seguinte, quando despertou, Branca de Neve se viu cercada pelos sete anões barbudinhos e se assustou. Mas eles logo a acalmaram, dizendo-lhe que era muito bem-vinda.
— Como se chama? — perguntaram.
— Branca de Neve.


— Mas como você chegou até aqui, tão longe, no coração da floresta?
Branca de Neve contou tudo.
Falou da crueldade da madrasta, da sua ordem para matá-la, da piedade do caçador que a deixara fugir, desobedecendo à rainha, e de sua caminhada pela mata até encontrar aquela casinha.



— Fique aqui, se gostar…
— propôs o anão mais velho.

— Você poderia cuidar da casa, enquanto nós estamos na mina, trabalhando.

Mas tome cuidado enquanto estiver sozinha.
Cedo ou tarde, sua madrasta descobrirá onde você está, e se ela a encontrar…
Não deixe que ninguém entre! É mais seguro.


Assim começou uma vida nova para Branca de Neve, uma vida de trabalho.
E a madrasta? Estava feliz, convencida de que beleza de mulher alguma superava a sua.
Mas, um dia, teve por acaso a idéia de interrogar o espelho mágico:
— Espelho, espelho meu, diga-me se há no mundo mulher mais bela do que eu.
E o espelho respondeu com voz grave:
— Na mata, na casa dos mineiros, querida rainha, está Branca de Neve, mais bela que nunca!

A rainha entendeu que tinha sido enganada pelo guarda:
Branca de Neve ainda vivia!
Resolveu agir por si mesma, para que não houvesse no mundo inteiro mulher mais linda do que ela.

Pintou o rosto, colocou um lenço na cabeça e irreconhecível, disfarçada de velha mercadora, procurou pela mata a casinha dos anões.
Quando achou, bateu à porta e Branca de Neve, ingenuamente, foi atender.

A malvada ofereceu-lhe suas mercadorias, e a princesa apreciou uma apetitosa maçã.só que a maçã estava com um feitiço. e assim que branca de neve comeu caiu desmaiadanum sono profundo,Pouco depois, chegaram os anões.

Assustaram-se ao ver Branca de Neve estirada e imóvel.
— Aquela velha vendedora ambulante era a rainha disfarçada — disseram logo os anões.
— Você não deveria tê-la deixado entrar. Agora, seja mais prudente.


Branca de Neve parecia dormir; estava tão linda que os bons anõezinhos não quiseram enterrá-la.
— Vamos construir um caixão de cristal para a nossa Branca de Neve, assim poderemos admirá-la sempre.
O esquife de cristal foi construído e levado ao topo da montanha. Na tampa, em dourado, escreveram: “Branca de Neve, filha de rei”.


Os anões guardavam o caixão dia e noite, e também os animaizinhos da mata – veadinhos, esquilos e lebres —todos choravam por Branca de Neve.

Lá no castelo, a malvada rainha interrogava o espelho mágico:
— Espelho, espelho meu, diga-me se há no mundo mulher mais bela do que eu.
A resposta era invariável.
— Em todo o mundo, não existe beleza maior.
Branca de Neve parecia dormir no caixão de cristal;
o rosto branco como a neve e de lábios vermelho como sangue,
emoldurado pelos cabelos negros como ébano.
Continuava tão linda como enquanto vivia.
Um dia, um jovem príncipe que caçava por ali passou no topo da montanha.
Bastou ver o corpo de Branca de Neve para se apaixonar, apesar de a donzela estar morta.

Pediu permissão aos anões para levar consigo o caixão de cristal.
Havia tanta paixão, tanta dor e tanto desespero na voz do príncipe, que os anões ficaram comovidos e consentiram.
— Está bem. Nós o ajudaremos a transportá-la para o vale.
A donzela Branca de Neve será sua.

Com o caixão nas costas, puseram-se a caminho.
Enquanto desciam por um caminho íngreme, um anão tropeçou numa pedra e quase caiu.
Reequilibrou-se a tempo.
O abalo do caixão, porém, fez com que o pedaço da maçã envenenada, que Branca de Neve trazia ainda na boca, caísse.

Assim a donzela se reanimou. Abrindo os olhos e suspirando se sentou e, admirada, quis saber:
— O que aconteceu? Onde estou?

O príncipe e os anões, felizes, explicaram tudo.
O príncipe declarou-se a Branca de Neve e pediu-a em casamento. Branca de Neve aceitou, felicíssima.Foram para o palácio real, onde toda a corte os recebeu.


casaram-se e foram felizes para sempre




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